<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-20857418</id><updated>2011-04-22T01:14:31.046+03:00</updated><title type='text'>Unreleased Mind</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://unreleasedmind.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20857418/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://unreleasedmind.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Tanna Shaknovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02829769118920546274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img72.imageshack.us/img72/461/untitled0et.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20857418.post-113737643252517850</id><published>2006-01-16T04:13:00.000+03:00</published><updated>2006-01-16T05:04:12.043+03:00</updated><title type='text'>Mais um ano, menos um ano...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;MAIS UM ANO, MENOS UM ANO...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.geocities.com/volkova_y/leave.jpg" border="0" /&gt; &lt;span style="font-family:lucida grande;color:#999999;"&gt;(for Mary. Happy Birthday!)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;color:#999999;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Todo ano, por todos os anos. Quantos anos? Incerteza. O futuro não é um bom terreno para se plantar algo duradouro, não é um bom terreno para previsões. Ele não é plano, ele tem morros, ele tem tempestades, ele está na rota dos furacões. Ele é fértil, mas vacilante. Que futuro é esse então que temos de construir, num terreno tão ruim? Quem seria o louco? Infelizmente temos de ser os loucos, ora pois! Qual a graça do presente se não o futuro? O desafio de construí-lo é tão complexo que nos anima - o resultado que às vezes nos desanima. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;color:#000000;"&gt;E então por mais um ano - ou seria menos um ano? - estamos a planejar. Todos os anos, no mesmo dia. A cada dia, um novo ano - um novo ano de vida (ou menos um ano de vida). A cada mais um ano, mais uma promessa, e geralmente a de cumprir as promessas passadas. O engraçado é que mesmo rodeados estamos sozinhos. Ninguém mais pode carregar nossa bagagem, realizar nossos planos. Ninguém pode plantar no terreno fértil vaciloso por nós, pois ele é tão improvável quanto os nossos desígnos (sim, mudamos os planos a todo momento, e acabamos a não realizar nenhum).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Mais um ano. Seria mais maturidade? Se for assim, daremos mais um ano à humanidade! Onde está o amadurecer? Jogar a culpa no futuro (ele que se encarregue!)? Está dentro de nós. Não espere que algo trágico aconteça para perceber - perceba antes, para que não seja tão trágico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Quantos anos temos pela frente? Saberás... que são poucos. Os segundos estão rápidos, e os minutos parecem não fazer mais a circunferência do relógio (provavelmente achou atalhos, como nós). E já que o futuro está tão incerto, olhe para seus calcanhares e verá que está a um passo do passado. Olhe para seus dedos dos pés, e verá o presente. Levante a cabeça: não verá o futuro. E não deixe que passe mais um ano tentando adivinhar o que vem a sua frente. Faça algo com o que consegue enxergar para que os seus pés tenham onde pisar depois. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Nossas contas de anos um dia acabarão, e ao olhar para os nossos calcanhares que possamos enxergar árvores em vez de plantas murchas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20857418-113737643252517850?l=unreleasedmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://unreleasedmind.blogspot.com/feeds/113737643252517850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20857418&amp;postID=113737643252517850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20857418/posts/default/113737643252517850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20857418/posts/default/113737643252517850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://unreleasedmind.blogspot.com/2006/01/mais-um-ano-menos-um-ano.html' title='Mais um ano, menos um ano...'/><author><name>Tanna Shaknovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02829769118920546274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img72.imageshack.us/img72/461/untitled0et.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20857418.post-113728519608476108</id><published>2006-01-15T03:31:00.000+03:00</published><updated>2006-01-15T05:10:24.443+03:00</updated><title type='text'>Devaneios Noturnos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:180%;color:#660000;"&gt;DEVANEIOS NOTURNOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil entender a nós mesmos. Há brigas que travamos conosco que nem percebemos, mas o princípio é quando percebemos a rotina, esta que acaba virando tão rotina que já não nos incomoda após um tempo. Apenas nos aborrece quando percebemos que há coisas mais interessantes a fazer e estamos sem disposição - o que é trágico em certas ocasiões e realmente uma benção em outras, pois a mente humana em inércia é propensa a escrotice mórbida quando resolve se modificar não por si própria e sim pela atividade alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas supondo que a imobilidade permaneça independente da diligência dos ''corpos estranhos'' (os humanos que não estão hibernando mentalmente), procuramos inovação no que já é novo, não nos dando conta de que nós precisamos fazer algo novo, e não esperar que o novo apereça. E isto pode estar em mínimas observações antes de dormir. Há algo mais prático do que pegar um lápis numa gaveta e escrever num papel, ou na própria mesa? Pelos menos a mim é mais interessante do que contar matematicamente problemas (não, pessoas com insônia não contam carneirinhos, contam a quantidade de problemas e por isso não dormem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveríamos entender que o mínimo nos faz bem de vez em quando. Não podemos avaliar um perfume pelo seu frasco. À espera de algo grande, nos enganamos pelas aparências das possíveis oportunidades, sem saber que um detalhe não é apenas um detalhe, e que o seu outro sentido sim faz a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, se a rotina o assola, não peça socorro aos carneiros, ou aos seus problemas. Peça socorro às palavras. Elas podem não te responder como uma equação de solução exata, mas com certeza lhe trarão mais dúvidas, e cansado de achar respostas, você deixará para o outro dia. E no outro dia, você procurará respostas para as novas dúvidas, e descobrirá que sua rotina já não é mais a mesma, e talvez, um pouco mais interessante. Bom, são apenas devaneios noturnos, e é só um detalhe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20857418-113728519608476108?l=unreleasedmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://unreleasedmind.blogspot.com/feeds/113728519608476108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20857418&amp;postID=113728519608476108' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20857418/posts/default/113728519608476108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20857418/posts/default/113728519608476108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://unreleasedmind.blogspot.com/2006/01/devaneios-noturnos_113728519608476108.html' title='Devaneios Noturnos'/><author><name>Tanna Shaknovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02829769118920546274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img72.imageshack.us/img72/461/untitled0et.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
